Adeus absorvente, adeus O.B, adeus o que for que tenhamos
que ficar enfiando em nossas vaginas com desconforto!
Será mesmo? Todo mundo (as mulheres) anda comentando sobre
o bendito coletor menstrual.
Segue 10 comparações com prós e contras. Ai vocês
tiram a duvida e cada uma faz o que achar melhor pra a bendita perseguida vulgo
vagina.
Prós:
- Feito de Silicone Hipoalérgico e Antibacteriano, maleável e de fácil ajuste;
- O Absorvente externo leva 100 anos para se decompor, enquanto o interno apenas 1;
- Bem Higienizado dura de 5 á 10 anos (o que é muito fácil, basta limpar com água e sabão neutro a cada troca, e no final do ciclo em água fervente);
- Não afeta o PH da Vagina;
- Não atrapalha para urinar;
- Pode-se dormir com ele;
- O preço varia muito, mas gira em torno de R$70 a R$100,00. Se você fizer as contas do quanto ele pode durar e quanto gastas com absorventes, realmente o custo beneficio vale a pena;
- O cheiro horrendo de sangue é bem inferior ao do absorvente comum;
- Pode ser usado em mulheres que utilizam DIU;
- O contato com o sangue é mínimo;
Contras:
- O sangue fica parado na vagina, do mesmo jeito que o absorvente interno, ele pode criar bactérias, isso se ficar 24h usando-o. Mas é algo tão raro que deixa duvida se merece credibilidade;
- É difícil de encontrar em farmácias, somente na internet esta a venda no Brasil;
- Existem apenas dois tamanhos no Brasil, para quem já teve filhos e quem não;
- Se a mulher tiver um fluxo anormal pode vazar;
- Não é aconselhável para virgens (lamento), pois pode romper o hímen;
- Não é aconselhável para quem acabou de dar a luz em parto normal;
- Existem poucas adeptas, e é pouco conhecido;
- As mulheres com mais pudores vão se sentir constrangidas, pois requer um contato direto com a vagina;
- Não é regulamentado pela ANVISA (Agencia Nacional de Vigilância Sanitária);
- Os vendidos pela china não dispõem de informações sobre o material utilizado (então cuidado);



Interessante...
ResponderExcluirÉ sim Cris, mas o mais engraçado é que ja existe desde 1930, mas só nos últimos 2 anos é que começaram a surgir no Brasil. E as mulheres ainda tem receio de usa-los.
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